Saúde e Bem Estar

Câncer de Laringe: Como Prevenir, Sintomas, Diagnóstico, Tratamento e Cura

Câncer de Laringe

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Câncer de laringe

O Câncer de Laringe representa um quarto de todos os cânceres envolvendo a região da cabeça e do pescoço nos seres humanos, sendo que 90% são do tipo carcinoma epidermóide (CEC). Ele afeta mais homens, entre 50 e 60 anos de idade, mas pode ter relação com uma predisposição genética e a presença de tratamento com radioterapia prévio.

Outros fatores de risco para o Câncer de laringe são: tabagismo, etilismo, presença de uma neoplasia em outro sítio primário e infecção pelo vírus HPV. É importante ressaltar que o tabagismo e o etilismo são os que oferecem o maior risco, apresentando um efeito sinérgico quando somados num mesmo indivíduo.

Sintomas do Câncer de Laringe

Os principais sintomas da doença são:

  • disfonia persistente (duração maior do que 2-3 semanas);
  • disfagia
  • dispneia
  • emagrecimento
  • febre

Diagnóstico do Câncer de Laringe

Pode ser feito pela presença de lesão vegetante, ulcerada ou infiltrativa em laringe através do exame de laringoscopia direta ou indireta. A confirmação do diagnóstico deve ser feito através de uma biópsia da lesão. Outros exames são indicados para o estadiamento da doença, entre eles a tomografia computadorizada e a ressonância magnética de cabeça e pescoço.

Tratamento do Câncer de Laringe

Em tumores precoces, o tratamento é feito com cirurgia, que pode ser aberta ou endoscópica, ou radioterapia. Já nos cânceres avançados, há indicação de laringectomia total com traqueostoma definitivo ou então quimioterapia associada a radioterapia.  Há grandes chances de cura quando o diagnóstico é feito precocemente, o que torna essencial que se procure um médico e seja feita uma laringoscopia diante de um quadro clínico como o descrito acima.

A melhor forma de prevenir a doença é evitar o fumo, ingestão de bebidas alcoólicas em excesso, ter uma vida saudável e na dúvida buscar orientações médicas.

Mas e você, o que achou das informações que nós separamos sobre a doença? Elas foram úteis? Deixe o seu comentário aqui no blog Essas e Outras.

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