Saúde e Bem Estar

Artrite reumatóide: Causa, Sintomas, Exames, Diagnóstico, Tratamento

Artrite reumatóide

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As doenças reumatológicas são cada vez mais comuns em todo o mundo, mas muita gente não sabe que elas existem e nem como disgnosticá-las ou tratá-las. Pensando nisso nós resolvemos falar neste post sobre a Artrite reumatóide, uma das doenças mais importantes da Reumatologia. 

O que Causa Artrite reumatóide

A Artrite reumatóide é uma doença inflamatória crônica de etiologia desconhecida, mas que parece estar associada a determinados alelos gênicos (HLA-DR4, HLA-DRB1) e fatores ambientais como o tabagismo. Eles levariam à uma inflamação, com proliferação e destruição das articulações. Há ainda a formação de um tecido granulomatoso chamado pannus, característico da doença e responsável por parte de seus sintomas. 

Sintomas Artrite reumatóide

O quadro clínico da artrite reumatóide inclui os seguintes sinais e sintomas:

  • poliartrite simétrica aditiva e erosiva de grandes e pequenas articulações;
  • rigidez matinal com duração de aproximadamente uma hora;
  • fadiga;
  • anorexia;
  • perda de peso;
  • mialgia;
  • nódulos reumatóides;
  • deformidades (dedos em pescoço de cisne, botoneira, desvio ulnar do carpo e atrofia dos músculos interósseos);
  • manifestações extra-articulares (pele, ossos, pulmões etc).

Diagnóstico

O diagnóstico da artrite reumatóide é feito através da anamnese, dos achados do exame físico (sinovite, flogismo, deformidades em dedos, alargamento do punho, subluxação atlanto axial), de exames laboratoriais (aumento de PCR e VHS, presença de Fator reumatóide positivo, anti-CCP positivo, hemograma com anemia de doença crônica e plaquetose, punção do líquido sinovial com predomínio de polimorfonucleares) e de exames de imagem (radiografia com erosões marginais, redução do espaço articular, osteopenia periarticular, edema de partes moles).

Para fechar o diagnóstico de artrite reumatóide é preciso que haja envolvimento articular, sorologia positiva, PCR e VHS aumentados com sintomas que durem mais do que 6 meses. 

Tratamento

O tratamento não medicamentoso inclui fisioterapia, terapia ocupacional e o uso de órteses. Já os medicamentos indicados são drogas modificadoras da doença (DMARDS) como metotrexate e cloroquina, anti-inflamatórios não hormonais, corticoides em baixas doses e imunobiológicos. Pode ser feita também uma cirurgia ortopédia, mas a sua indicação é restrita a alguns casos. 

Mas e você, o que achou das dicas que nós separamos sobre a doença? Elas foram úteis para você? Deixe o seu comentário aqui no blog Essas e Outras.

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